segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O ciúme *

* O tema, hoje, tem sido "assunto" de conversa de jardim há uns dias para cá. Nada vai acabar com ele, porque, para leigo em psiquiatria, não há nada a fazer, diz-se. A única coisa que, entretanto, remata quase todas as trocas de impressões no banco é aquela "simplificação" que "afirma" que quem é ciumento/a não é sério/a. Leia-se, entretanto, o que quem, se não sabe, devia saber. E façam-se as eventuais adaptações aos casos que se conheçam ou pensam conhecer: políticos, entre vizinhos, colegas de trabalho, familiares, "amigos de ocasião", etc.

 Texto sobre o Ciúme, transcrito do artigo de Laine Furtado, publicado na revista Linha Aberta, ano VIII, Ed. 63 de Novembro de 2003.

"Geraldo J. Ballone, especialista em psiquiatria pela ABP e professor do Departamento de Neuro-psiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP de 1980 à 2001, afirma que "em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza frequentemente se torna vaga e imprecisa. "No ciúme as dúvidas podem se transformar em ideias super-valorizadas ou francamente delirantes.

Depois das ideias de ciúme, a pessoa é compelida à verificação compulsória de suas dúvidas. O ciumento verifica se a pessoa está onde e com quem disse que estaria, abre correspondências, ouve telefonemas, examina bolsos, bolsas, carteiras, recibos, roupas íntimas, segue o companheiro, contrata detectives particulares". Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente ridícula até pelo próprio ciumento, não ameniza o mal estar da dúvida.

Os ciumentos estão em constante busca de evidências e confissões que confirmem suas suspeitas mas, ainda que confirmada pelo companheiro, essa inquisição permanente traz mais dúvidas ainda ao invés de paz. Depois da capitulação, a confissão do companheiro nunca é suficientemente detalhada ou fidedigna e tudo volta à torturante inquisição anterior.

Existem alguns princípios e conceitos que podem ser de ajuda para a grande maioria de pessoas. A psicóloga Célia Bezerra, de Orlando, afirma que, de modo geral, o ciúme é uma emoção comum. De tempos em tempos somos levados a experimentar esse sentimento no campo do que poderíamos chamar "normal". E por ser uma emoção comum, se toma difícil em muitos casos distinguir entre o normal e o patológico. De modo geral resumimos o ciúme como um conjunto de emoções desencadeadas por sentimentos que ameaçam a estabilidade ou qualidade de um relacionamento íntimo valorizado, explicou. Ela disse que existem muitas definições de ciúme, mas geralmente encontramos três elementos em comum:

1) Ser uma reacção frente a uma ameaça percebida. 
2) haver um rival real ou imaginário 
3) A reacção visa eliminar os riscos da perda do " objecto" amado.

O psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, autor do livro Ciúme, o medo da perda, que está sendo sucesso de vendas no Brasil, disse que existem quatro tipos de ciumentos: o zeloso, o enciumado, o ciumento e o delirante, capaz de matar caso se sinta traído. Ele afirma que se analisarmos mais detalhadamente o ciúme, podemos perceber, logo de início, que não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. É um sentimento egocentrado, que pode muito bem ser associado à terrível sensação de ser excluído de uma relação. O normal, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais nas quais, de alguma forma, se veja excluído ou ameaçado de exclusão na relação com o outro.

Eduardo afirma que em um grau maior de comprometimento emocional, quando há uma instabilidade neurótica ou de auto-afirmação, a pessoa pode apresentar-se como ciumento. Neste caso, a sensação permanente de angústia e instabilidade, a insegurança em relação a si mesmo e ao outro, além da fragilidade da relação afectiva, podem levar a pessoa a manter um permanente "estado de tensão", temendo ser traído ou abandonado. Qualquer sinal do outro pode significar algo e a angústia da dúvida corrói a alma de quem é ciumento. Em uma terceira situação, ainda mais grave sob o ponto de vista de comprometimento do psiquismo, podem ocorrer situações delirantes em que a desconfiança do ciumento cede lugar a uma certeza infundada de que está mesmo sendo traído ou abandonado.

 Texto sobre o Ciúme, transcrito do artigo de Laine Furtado, publicado na revista Linha Aberta, ano VIII, Ed. 63 de Novembro de 2003.

"Geraldo J. Ballone, especialista em psiquiatria pela ABP e professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP de 1980 à 2001, afirma que "em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza freqüentemente se torna vaga e imprecisa. "No ciúme as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas ou francamente delirantes.

Depois das idéias de ciúme, a pessoa é compelida à verificação compulsória de suas dúvidas. O ciumento verifica se a pessoa está onde e com quem disse que estaria, abre correspondências, ouve telefonemas, examina bolsos, bolsas, carteiras, recibos, roupas íntimas, segue o companheiro, contrata detetives particulares". Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente ridícula até pelo próprio ciumento, não ameniza o mal estar da dúvida.

Os ciumentos estão em constante busca de evidências e confissões que confirmem suas suspeitas mas, ainda que confirmada pelo companheiro, essa inquisição permanente traz mais dúvidas ainda ao invés de paz. Depois da capitulação, a confissão do companheiro nunca é suficientemente detalhada ou fidedigna e tudo volta à torturante inquisição anterior.

Existem alguns princípios e conceitos que podem ser de ajuda para a grande maioria de pessoas. A psicóloga Célia Bezerra, de Orlando, afirma que, de modo geral, o ciúme é uma emoção comum. De tempos em tempos somos levados a experimentar esse sentimento no campo do que poderíamos chamar "normal". E por ser uma emoção comum, se toma difícil em muitos casos distinguir entre o normal e o patológico. De modo geral resumimos o ciúme como um conjunto de emoções desencadeadas por sentimentos que ameaçam a estabilidade ou qualidade de um relacionamento íntimo valorizado, explicou. Ela disse que existem muitas definições de ciúme, mas geralmente encontramos três elementos em comum:

1) Ser uma reação frente a uma ameaça percebida. 
2) haver um rival real ou imaginário 
3) A reação visa eliminar os riscos da perda do " objeto" amado.

O psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, autor do livro Ciúme, o medo da perda, que está sendo sucesso de vendas no Brasil, disse que existem quatro tipos de ciumentos: o zeloso, o enciumado, o ciumento e o delirante, capaz de matar caso se sinta traído. Ele afirma que se analisarmos mais detalhadamente o ciúme, podemos perceber, logo de início, que não se trata de um sentimento voltado para o outro, mas sim voltado para si mesmo, para quem o sente, pois é, na verdade, o medo que alguém sente de perder o outro ou sua exclusividade sobre ele. É um sentimento egocentrado, que pode muito bem ser associado à terrível sensação de ser excluído de uma relação. O normal, mais comum, é a pessoa sentir-se enciumada em situações eventuais nas quais, de alguma forma, se veja excluído ou ameaçado de exclusão na relação com o outro.

Eduardo afirma que em um grau maior de comprometimento emocional, quando há uma instabilidade neurótica ou de autoafirmação, a pessoa pode apresentar-se como ciumento. Neste caso, a sensação permanente de angústia e instabilidade, a insegurança em relação a si mesmo e ao outro, além da fragilidade da relação afetiva, podem levar a pessoa a manter um permanente "estado de tensão", temendo ser traído ou abandonado. Qualquer sinal do outro pode significar algo e a angústia da dúvida corrói a alma de quem é ciumento. Em uma terceira situação, ainda mais grave sob o ponto de vista de comprometimento do psiquismo, podem ocorrer situações delirantes em que a desconfiança do ciumento cede lugar a uma certeza infundada de que está mesmo sendo traído ou abandonado.

Mas como saber se o ciúme é normal ou doentio? O ciúme normal e transitório é baseado em fatos. O maior desejo seria preservar o relacionamento. No ciúme patológico há geralmente o desejo inconsciente da ameaça de um rival. Para algumas pessoas o ciúme é visto como zelo, sinal de amor ou valorização do parceiro; para outros é uma prova de insegurança e baixa auto-estima. Em ambos os casos existe uma gama de sofrimento para ambos os lados envolvidos. 

Mas quando se trata do ciúme patológico é necessária uma intervenção profissional, porque existem muitos casos de mortes e tragédias familiares que apresentam como pano de fundo esta enfermidade.

Segundo Geraldo Ballone, o ciúme patológico é um grande desejo de controle total sobre os sentimentos e comportamento do companheiro. Há ainda preocupações excessivas sobre relacionamentos anteriores, as quais podem ocorrer como pensamentos repetitivos, imagens intrusivas e ruminações sem fim sobre fatos passados e seus detalhes. "O Ciúme Patológico é um problema importante para a psiquiatria, que envolve riscos e sofrimentos, podendo ocorrer em diversos transtornos mentais. Na psicopatologia o ciúme pode se apresentar de formas distintas, tais como idéias obsessivas, idéias prevalentes ou idéias delirantes sobre a infidelidade. No Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), o ciúme surge como uma obsessão, normalmente associada a rituais de verificação", explicou o psiquiatra.

Segundo ele, o ciúme considerado normal dá-se num contexto interpessoal, entre o sujeito e o objeto, enquanto o ciúme no Transtorno Obsessivo-Compulsivo seria intrapessoal, só dentro do sujeito. O ciúme normal envolveria sempre duas pessoas, e os pacientes melhorariam quando sem relacionamentos amorosos. No Ciúme Patológico o amor do outro é sempre questionado e o medo da perda é continuado, enquanto no amor normal (ou ideal) o medo não é prevalente e o amor não é questionado. No Transtorno Obsessivo-Compulsivo há sempre dúvida patológica com verificações repetidas, mesmo fenômeno que se observa no Ciúme Patológico. O medo da perda é também um sintoma proeminente no TOC, tanto quanto no Ciúme Patológico. Neste, a perda do ser amado não diz respeito à perda pela morte, como ocorre num relacionamento normal, mas o temor maior, o sofrimento mais assustador é a perda para outro.

Célia Bezerra afirma que, geralmente o que move o "ciumento" é um desejo de controle total sobre a outra pessoa. Mas, por mais controle que consiga nunca é suficiente. A pessoa que sofre deste "mal" está sempre à procura de confirmações para suas suspeitas através principalmente de confissões que nunca deixa satisfeita a pessoa ciumenta porque sempre surgem outras suspeitas. O ciumento vive um eterno sofrimento, e acaba experimentando stress, descontrole emocional, terminando por causar um tremendo clima de tensão e desajuste familiar, aliando a este clima cenas públicas constrangedoras para ela e para a família. Esse tipo de ciúme, nas palavras do médico e escritor Eduardo Ferreira Santos, é conhecido como "Síndrome de Otelo", em referência ao personagem shakespeariano que sofria deste mal, e pode levar a pessoa a cometer atos de extrema agressividade física, configurando aqueles casos que recheiam as crônicas policiais de suicídios e homicídios passionais.

Enquanto os casos mais brandos de ciúme podem ser uma manifestação de má estruturação da auto-estima, os intermediários refletirem estados neuróticos, os casos da "Síndrome de Otelo" são, indiscutivelmente causados por patologias psiquiátricas graves, as chamadas psicoses ou, ainda, por problemas neuropsiquiátricos como os diversos tipos de disritmia cerebral descritas na medicina.

Diante desse fato, como podemos nos prevenir da Síndrome de ateio e como podemos ajudar pessoas que sofrem com o excesso de ciúme? De qualquer forma, o complexo sentimento de ciúme, longe de ser aquele "condimento" que toma a relação amorosa mais "apetitosa", é um sentimento que leva, via de regra, ao sofrimento de quem o sente e, principalmente, de quem padece nas mãos de um ciumento desconfiado e agressivo. Nas palavras do escritor Eduardo Ferreira Santos, o ciúme é, em última análise, um SINAL DE ALERTA! É uma "luz vermelha" que se acende no painel da vida, indicando que algo está falhando. Seja em um ou no outro, seja na relação, algum "ruído" está denunciado pelo ciúme. 

Quanto mais intenso e menos controlável maior o problema. Quanto maior a intensidade desse sentimento, mais estaremos ultrapassando os limites da normalidade, para, aos poucos, podermos ser devorados por uma obsessão capaz de destruir qualquer relacionamento."

Os sistemas e a realidade

"As mentiras da política", ouve-se.

Lido e relido o que a comunicação social de Macau sublinha, afinal, o JOGO, o capitalista JOGO, é condição de sobrevivência ... 

MACAU: Austeridade mantém-se se receitas caírem abaixo de 200 mil milhões


by Ponto Final
1. lionel leongO secretário para a Economia e Finanças afirmou na sexta-feira que cortes serão feitos em várias despesas, tais como “missões oficiais, festas, feitura de impressos ou publicidade” caso as receitas do jogo se quedem aquém das expectativas.
"As medidas de austeridade anunciadas em Setembro pelo Governo vão manter-se em 2016 se as receitas mensais dos casinos ficarem abaixo da meta dos 200 mil milhões de patacas, garantiu ontem o Executivo.
“Se as receitas ficarem abaixo dos 200 mil milhões avançamos com medidas de austeridade, temos esta meta para as nossas receitas em 2016. Se as receitas forem abaixo disso, as medidas de austeridade vão continuar”, disse o secretário para a Economia e Finanças, na sexta-feira durante o segundo dia de debate sectorial das Linhas de Acção Governativa para 2016.
Em Setembro, o Executivo anunciou a entrada em vigor de medidas de contingência, que apesar de apelidadas de “medidas de austeridade” pouco têm que ver com as medidas aplicadas na Europa. Em concreto, desde 1 de Setembro, todos os serviços públicos e organismos especiais passaram a congelar 5 por cento das despesas orçamentadas para a aquisição de “artigos para o funcionamento diário dos serviços ou de bens consumíveis”, e dez por cento do orçamento para investimento. Os cortes não incluem, no entanto, as despesas feitas ao abrigo do Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração, o chamado PIDDA.
Na sexta-feira, Lionel Leong garantiu que se as receitas voltarem a ficar abaixo do mesmo limite, em 2016, voltam a aplicar-se as medidas: “Esta contenção foi feita para reduzir as despesas do Governo”, frisou o Governante, indicando que se aplica a “vários itens” como “missões oficiais, festas, feitura de impressos ou publicidade”.
Durante o debate na Assembleia Legislativa de Macau, o secretário alertou para a necessidade de cautela nos gastos, afirmando que “este tipo de ciclo de descida” do PIB “normalmente demora dois anos”.
No entanto garantiu que há “dinheiro suficiente para fazer face a todos os aspectos e continuar com mecanismos a longo prazo de regalias sociais”, referindo-se à reserva financeira.
As receitas dos casinos de Macau estão em queda há mais de um ano e o PIB do território desceu 25,4 por cento em termos reais no primeiro semestre do ano.
Durante a apresentação das Linhas de Acção Governativa para 2016, no dia 17, o Chefe do Executivo avançou com uma previsão, que o próprio apelidou de conservadora, de receitas brutas dos casinos de 200 mil milhões de patacas em 2016, numa média mensal de 16 mil milhões.
De acordo com esta estimativa – e segundo a proposta de lei de orçamento para o próximo ano – o Governo de Macau espera arrecadar, em 2016, 70 mil milhões de patacas em impostos directos sobre as receitas brutas do jogo, menos 16,6 por cento do que aquilo que prevê o orçamento rectificativo para este ano (84 mil milhões de patacas)."

Saudades de Clara Andermatt, menininha
















- Bom dia, Clara Andermatt! Revi-te (desculpa este tratamento familiar, mas não te lembrarás, conheci-te ainda na casa da Infante Santo, imagina ...) agora numa publicação do Teatro Aberto, em Lisboa, com a felicidade que, penso, te dá o que, profissionalmente, fazes. Este é, por isso, um momento de saudade. Saudade de teu pai, com quem trabalhei vários anos (e com quem fui a Paris ver jornais e ... e a Gizelle, na Ópera - teu pai na plateia e eu no balcão ...) e de tua mãe que, em vossa casa, sempre me recebeu com um sorriso, mas que, sei, já "partiu".

Esta nota é só para te testemunhar apreço - pelo que sei e pela ascendência artística que te acompanha.


Estamos! Somos! Continuamos. Eu, por aqui, nesta "mania antiga" dos jornais, nem que seja, como é o caso, feito em casa, a fingir esta pequena espécie de parlamento que é um banco de jardim (ruadojardimblogspot.com), onde já me "sentei" cerca de 8000 vezes, para ... para que sim ...


Felicidades!

domingo, 29 de novembro de 2015

TROCA DE GALHARDETES (85) - Velhos e jovens

"Os mais velhos (país, avós, tios, irmãos, etc.) precisam dos mais jovens: de sua energia, motivação, criatividade, informalidade, flexibilidade, rapidez, sua capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, sua visão de um mundo sem fronteiras, globalizando e do seus bom trânsito entre minorias.
Já os mais jovens precisam dos mais velhos: de sua experiência, vivência, maturidade, conhecimento, reflexão, bom conselho, exemplo, direcção, esforço e resultados comprovados."
- Obrigado, N.F.! É isso.Interessante, já agora, seria estudar, perceber, nos tempos que correm, os velhos-novos e os novos-velhos, que a sociedade contemporânea criou. E porquê. M.A.

TROCA DE GALHARDETES (84) - Calçada Portuguesa

TROCA DE GALHARDETES (83) - O prato de arroz


TROCA DE GALHARDETES (82) - Diálogo precisa-se


Assunto: islamismo/o perigo à porta - FALAR É PRECISO, antes que, no mínimo, a anedota irrompa ...


Isto aconteceu na cidade inglesa de Manchester....
Um muçulmano devoto e barbudo entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não
quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo
do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é
música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro
dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta: - "O que você está a fazer?
Resposta do taxista: - "No tempo do profeta não havia táxis, por isso
saia e espere pelo próximo camelo".

.

TROCA DE GALHARDETES (81) - Viver sem ter NASCIDO

https://www.youtube.com/watch?v=ipe6CMvW0Dg

E assim vamos: "fingindo progresso", eventualmente, pensando no longe, mas ignorando o próximo na primeira esquina: FRACOS, DESCONFIADOS, DÉBEIS, IGNORANTES NO ESSENCIAL, SUBLIMANDO APARÊNCIAS.

TERRORISTAS. ESCORRAÇANDO VIZINHOS. MATERIALISTAS. RACISTAS. ESTÚPIDOS NO QUOTIDIANO. INVEJOSOS. SEM VALORES MORAIS, que perdurem.

"Desenterrar o passado" para perceber o presente



















Com presença de vários dos que mais sabem
de algumas das principais fontes do saber contemporâneo na matéria.

O encontro teve lugar no Teatro Aberto, em Lisboa.

Digna de registo, a assistência de muita gente jovem interessada e participante no evento.

Com um desafio: o que é que Portugal ainda tem por baixo dos lusos pés que falte, nomeadamente, na história do mundo? "Um Cidade em Escavação", para já.

MACAU - LAG: Governo aposta na lusofonia



by Ponto Final
1. alLionel Leong anunciou ontem que a Feira Internacional de Macau vai passar a ter um país lusófono em destaque por ano. O secretário para a Economia e Finanças quer a entrada de bancos de capitais portugueses na China e fomentar a contratação de professores de português para Macau.
Patrícia Silva Alves
"O secretário para a Economia e Finanças, Lionel Leong, anunciou ontem durante a apresentação das Linhas sectoriais de Acção Governativa para o próximo ano uma série de medidas e intenções que visam reforçar a ligação entre Macau e os países de língua portuguesa.
Uma das ideias passa pela Feira Internacional de Macau (MIF, na sigla em inglês), disse o secretário na Assembleia Legislativa. "A MIF irá convidar um país de língua portuguesa e uma província (município/região) do Interior da China como país e província (município/região) parceiros", lê-se com mais detalhe no documento entregue por Lionel Leong aos deputados. O governante acrescenta ainda que a edição de 2016 da MIF vai ser a primeira a privilegiar esta parceria, dando destaque a Portugal e a Pequim.
Além desta iniciativa, Macau quer "impulsionar a interligação entre as instituições bancárias de capitais chineses e as de capitais portugueses"; "promover a entrada dos bancos de capitais portugueses no mercado do Interior da China" e ainda colocar a RAEM no centro das ligações entre ambos: "[O Governo vai] fomentar os bancos de capitais chineses e os de capitais portugueses a procederem, através dos recursos dos seus grupos, aos trabalhos de organização dos seus clientes, procurando que os clientes
do Interior da China que tenham negócios com os países lusófonos e os destes últimos países com relações comerciais com a China Continental, utilizem os serviços bancários de Macau", lê-se no mesmo documento.
Na sessão de ontem, na Assembleia Legislativa, não foi apenas o Executivo a avançar com intenções de estreitar as relações com os países da lusofonia. O deputado Mak Soi Kun foi um dos mais entusiastas neste tópico, centrando-se sobretudo na necessidade de se fomentar o ensino da língua portuguesa em Macau.
"Neste momento, nem dez por cento da população domina o português e há muitos projectos que têm a ver com os países de língua portuguesa e com a vontade de tornar Macau uma plataforma. A maioria das escolas só ensina português como língua estrangeira. Será que devem agora ensinar português? Além disso, precisamos de professores para ensinar português aos chineses", sugeriu o deputado.
Lionel Leong recebeu a sugestão como "uma ideia excelente": “Se conseguirmos importar mais professores de português e assim formar os nossos quadros em língua portuguesa, podemos responder às necessidades do desenvolvimento das diferentes indústrias de Macau”, afirmou o secretário para a Economia e Finanças, garantindo que iria transmitir a mensagem “aos serviços competentes”

sábado, 28 de novembro de 2015

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Primeiro Conselho de Ministros do XXI Governo Constitucional

O primeiro Conselho de Ministros do XXI Governo Constitucional, que teve na agenda a aprovação do programa do executivo, terminou hoje ao fim de duas horas e meia de reunião, disse à Lusa fonte oficial do Governo.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

MACAU: Governo de Costa com a marca de Macau


by Ponto Final
Entre os 17 ministros e 41 secretários de Estado do Executivo proposto por António Costa estão dois nomes com vínculos fortes a Macau. Eduardo Cabrita é o novo Ministro-Adjunto do Executivo luso. Jorge Oliveira, que liderou o Gabinete para os Assuntos de Direito Internacional, é o novo secretários de Estado da Internacionalização.
1.J.Oliveira
"O Executivo liderado por António Costa, que toma posse já hoje em Lisboa, contará com 41 secretarias de Estado, para além dos 17 ministérios anteontem anunciados. O Govrno contará com mais cinco secretários de Estado do que o Executivo ainda em funções. Macau continua a dar cartas nos elencos governativos de iniciativa socialista, como pelo menos um ministro e um secretário de Estado com fortes ligações a Macau.
Nomeado para o cargo de Ministro-Adjunto, Eduardo Cabrita desempenhou funções em Macau entre 1988 e 1986, ocupando posições de relevo na recta final da administração portuguesa do território.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Cabrita foi nomeado para o cargo de assessor do secretário adjunto para a Justiça do Governo de Macau, papel que desempenhou em 1988 e em 1989. Nesse mesmo ano, o novo Ministro Adjunto do Executivo liderado por António Costa assumiu a liderança do Gabinete para a Tradução Jurídica de Macau, função em que permaneceu até 1996, ano em que regressou a Portugal. Em simultâneo, o novo governante leccionou a disciplina de Economia Politica na Universidade de Macau, ensinando ainda – em 1995-1996 – no Centro de Formação de Magistrados de Macau.
Eduardo Cabrita foi membro da Assembleia Municipal do Barreiro entre 2002 e 2006 e integrou o Conselho Geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Foi ainda deputado à Assembleia da República durante a IX Legislatura.
No leque de 41 secretários de Estado escolhidos por António Costa está outro nome bem conhecido de Macau. Jorge Costa Oliveira, que liderou o Gabinete para os Assuntos de Direito Internacional da Região Administrativa Especial de Macau até Setembro de 2010 (e que integrou ainda a Comissão de Jogo) é o novo secretário de Estado da Internacionalização.
No elenco dos secretários de Estado escolhidos por Costa surgem alguns nomes já esperados ou quase garantidos, como o de Pedro Nuno Santos para os Assuntos Parlamentares. A lista inclui algumas surpresas, como é o caso de Guilherme d’Oliveira Martins, o filho do antigo presidente do Tribunal de Contas e antigo ministro socialista.
Outros nomes esperados e que acabaram por ser confirmados são os de Ricardo Mourinho Félix – primo de José Mourinho – como secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças. No leque de previsíveis entra também Rocha Andrade, com o membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista a ocupar a pasta dos Assuntos Fiscais. Outro nome próximo de António Costa é o de Marcos Perestrello, nomeado para o cargo de secretário de Estado da Defesa."

Inicia-se hoje o TRAC, que vem reformar o PREC

O acontecimento político do dia, hoje,  em Portugal (sabe-se, em todo o mundo, mas aqui assinala-se, é mesmo tema, dir-se-ia, obrigatório) é a posse do novo governo do país e o início daquilo a que há quem já chame, no banco, não o PREC, de memória discutível, mas o TRAC - Todas as Responsabilidades Assumidas pelo Costa.

E aí temos, em conversa de jardim, no essencial, numa simples sigla, um programa, uma breve indicação dos tempos de mudança que se avizinham e em que "fregueses" deste espaço assim resumem, porque - dizem eles - é a hora de reformar, sem prejudicar, em particular, os reformados que, dificilmente poderão sobreviver se continuarmos a retroceder aos antiquados anos do desactualizado PREC.

Viva, pois, o TRAC!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

História do avô-pastor


O avô gostava muito de ovelhas. Eram o seu encanto e da família: todos os dias as levava ao olival que, ali, perto de sua casa, o neto adorava. Manhã chegada, quase madrugada, cena repetida.






Parecia uma festa, não daquelas com datas marcadas pelo senhor prior que faziam, na aldeia, toda a gente levantar-se mais cedo para os preparos que obrigavam a roupas novas, mas para as alegrias da pastorícia.

Assim a modos que gozo sem calendário: véspera de sol, manhã mal aberta, aí estava o avô-guia de ovelhas e, às vezes, também de cabras, como se fosse uma única qualidade animal, a caminho do verde, crescido durante a noite anterior, para a festa da refeição garantida, acabado que estava o resguardo do sol-posto.

E era um regalo para os meus olhos catraios ver o avô entusiasmado com a lanzuda, a preta, a zanaga, a esperta, a como que ceifar os arredores das oliveiras, também elas em natural trabalho de parto para azeite a haver.

E assim todos os dias, de domingo a domingo, de manhã - com um pequeno intervalo, já ao cair da tarde, que era a altura em que o avô matava as/os que tinham comido mais ... E assim desde sempre: já coisa de bisavô e de bisavô de bisavô, é o que consta ... Desde que o mundo é mundo: matar para sobreviver. Sem, claro, querer ser mau exemplo para os que nasceram gente.

E, pronto, mais não se sabe, nem se se sabe, é coisa para conversa de banco de jardim ...

NOTA de banco (22)

PASCAL
"A grandeza do homem é grande porque ele se reconhece miserável. Uma árvore não se reconhece .

É portanto ser miserável reconhecer-se miserável; mas é ser-se grande reconhecer que se é miserável"

(HOJE É DIA 25,  MAS DE NOVEMBRO)

MACAU: Executivo vai rever regime de trabalho extraordinário e por turnos

by Ponto Final

1-sc3b3nia-chan-lagA secretária para a Administração e Justiça, Sónia Chan, anunciou a intenção do Governo no segundo dia de discussão das Linhas de Accção Governativa da sua tutela.
Patrícia Silva Alves

"A secretária para a Administração e Justiça, Sónia Chan, avançou ontem na Assembleia Legislativa que o Executivo tem a intenção de alterar o regime de trabalho extraordinário e por turnos, em resposta a uma preocupação levada a plenário por Zheng Anting. O hemiciclo acolheu ontem o segundo dia do debate sectorial na área da Administração e Justiça das Linhas de Acção Governativa (LAG) para o próximo ano.
"Os funcionários só recebem compensação no trabalho em regime de horas extraordinárias até ao limite de 300 horas, mas há muitos serviços em que esse limite é ultrapassado devido ao volume elevado de trabalho. Temos de manter um limite até para salvaguardar o estado de saúde dos trabalhadores, mas vamos introduzir alterações no futuro. Isso consta do nosso plano de trabalho para o próximo ano", comprometeu-se a responsável.
Na sua intervenção, Zheng Anting tinha referenciado a existência de "casos em que quando o trabalhador ultrapassa o limite [estabelecido] não recebe nenhuma compensação" e em que havia funcionários que recebem "e outros não". O deputado exorta por isso o Governo: "É preciso rever a legislação para que esta possa acompanhar a realidade. Será que podemos ajustar o número de horas?"
1. LAG justiça
Já José Pereira Coutinho assinalou o caso dos funcionários que são escalados para trabalhar durante os feriados: "Os trabalhadores não são robots. Têm famílias. Quando trabalham horas extraordinárias e por turnos num feriado não vão receber qualquer compensação", adianta o deputado e presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública.
Ainda no capítulo dedicado aos funcionários públicos e em resposta a Pereira Coutinho, Sónia Chan avançou ainda que os seus serviços vão alterar os requisitos para quem se candidata a uma casa disponibilizada pelo Governo.
"Actualmente só os trabalhadores do quadro têm direito [às fracções públicas]", apontou a secretária. Neste momento o Governo tem 110 moradias para submeter a concurso público.
Depois de também ter assinalado que "a moral dos funcionários públicos está muito em baixo" porque não sabem se conseguem subir na carreira, a deputada Song Pek Kei aproveitou as suas intervenções ontem para questionar Sónia Chan sobre o combate já declarado pelo Governo às pensões ilegais.
"As receitas dos casinos estão a baixar, há problemas de segurança em Macau e muitas vezes os crimes são praticados em fracções habitacionais. No ano passado, o gabinete da senhora secretária disse que ia rever as leis das pensões ilegais, mas agora não o consigo ver na lista que facultou. Será que a revisão não vai ser concretizada?", questionou a deputada. Sónia Chan garantiu que apesar de não estar inserido no apêndice deste ano, o Governo tem um grupo de trabalho para estudar e rever o combate ao alojamento ilegal."

O desemprego, segundo governantes portugueses

"Já sobre os números das previsões para o desemprego no final de 2013, "perto de um milhão de desempregados", Cavaco Silva classificou este número como "terrível" e "dramático" alertando que a "prioridade" deve agora ser o "forte crescimento económico e a criação de emprego".



"Se não se acabar com a vaga de desemprego, não vamos subsistir", disse Mário Soares.

"O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, disse hoje, em Paredes, acompanhar com "profunda tristeza" o aumento do desemprego em Portugal".

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Ao MUITO PARTICULAR cuidado do Senhor Dr. António Costa

Senhor Primeiro-Ministro, Excelência 


Não sei se este é o primeiro pedido de emprego que, HOJE, lhe é endereçado. Talvez.


Permita-me: lembrei-me de dizer a V.Exa. que, a um pouco mais jovem do que o Senhor Doutor, minha filha, ESTÁ DESEMPREGADA, tem o Curso de Designer de Interiores do IADE, adiante citado, fala e escreve inglês sem dificuldade e, sendo o voto secreto, politicamente, nada posso acrescentar - a não ser que PRECISA DE UM TRABALHO REMUNERADO, já agora, se possível, atentas as, muitíssimo sumariamente, habilitações aqui referidas.


Grato pela atenção que possa dar a esta, eventualmente, "insólita", apresentação/pedido, subscreve-se o autor, enquanto cidadão (pai) que (já agora, anoto) bem conheceu Maria Antónia Palla, n'O Século, e tem gratas recordações da forma como, em 1980, foi recebido, em serviço, pelas principais autoridades goesas, em Goa, da sua saudade. Respeitosamente, M.Alves


Biografia sumária de António Costa 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
António Costa
António Costa
Vida
Nascimento17 de Julho de 1961 (54 anos)
São Sebastião da PedreiraLisboa
Dados pessoais
PartidoPartido Socialista
ReligiãoAgnóstico
ProfissãoJurista
António Luís Santos da Costa (Lisboa17 de Julho a) de 1961) é um jurista e político português. Foi presidente da Câmara 
Municipal de Lisboa de 2007 a 2015. É o actual secretário-geral do Partido Socialista, desde Novembro de 2014.

a) a mãe da desempregada em causa também nasceu neste dia, por coincidência.















Biografia

Nascido na freguesia de São Sebastião da Pedreira em Lisboa, António Costa tem origem goesa católica, sendo filho do escritor Orlando da Costa, de ascendência goesa católica e francesa, descendente directo por varonia de Marada Poi,Brâmane Gaud Saraswat do século XVI, e de sua primeira mulher a jornalista Maria Antónia Palla, e meio-irmão do jornalista Ricardo Costa, filho de Inácia Martins Ramalho de Paiva. É primo em segundo grau de Sérgio Vieira e de José Castelo Branco.
É Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde foi dirigente da Associação Académica (1982-1984) e director da Revista da AAFDL (1986-1987). É pós-graduado em Estudos Europeus, pelo Instituto Europeu da Universidade Católica Portuguesa. Foi advogado em Lisboa, a partir de 1988, actividade que interrompeu para exercer funções políticas.
Casou em Lisboa, na 6.ª Conservatória do Registo Civil, a 31 de Julho de 1987 com Fernanda Maria Gonçalves Tadeu, de quem tem um filho e uma filha, Pedro Miguel Tadeu da Costa (24 de Julho de 1990), antigo aluno do Colégio Moderno e estudante de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (desde 2009, encontra-se em 2014 ainda a concluir o curso), alma mater de seu pai, e Catarina Tadeu da Costa (16 de Maio de 1993), que também chegou a frequentar a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, mas abandonou, tendo ingressado no IADE.
Militante da Juventude e do Partido Socialista, foi deputado na Assembleia Municipal de Lisboa, entre 1982 e 1993. Entre 1991 e 1995 foi também deputado à Assembleia da República. Em 1993 candidatou-se a presidente da Câmara Municipal de Loures, sendo eleito vereador. Foi membro do Secretariado Nacional do PS entre 1987 e 1990 e voltou a integrar o Secretariado Nacional do PS desde 1994. Integrou o XIII Governo como secretário de Estado (1995-1997) e ministro (1997-1999) dos Assuntos Parlamentares, sendo-lhe atribuída a pasta da Justiça no XIV Governo (1999-2002). Para além disso foi também o membro do governo responsável pela Expo'98, em 1997/99, presidiu ao Grupo Parlamentar do PS, de 2002 a 2004, e foi deputado e vice-presidente no Parlamento Europeu, entre 2004 e 2005. Era ministro de Estado e da Administração Interna (2005-2007), quando abandonou o mandato para se candidatar às eleições autárquicas intercalares da Câmara Municipal de Lisboa, tornando-se assim o 66.º Presidente. Saiu vencedor com 29,54% dos votos e conseguiu a reeleição em 2009, com 40,22% dos votos. Em 2013, foi reeleito, com 50,91% dos votos, para o seu último mandato à frente da autarquia. Renunciou ao mandato de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa a 6 de Abril de 2015, sucedendo-lhe nesse dia Fernando Medina.
1 de Março de 2006, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
Em 6 de Junho de 2008, foi convidado e participou ao reunião do Clube de Bilderberg, em ChantillyEUA.
Em 2014, após as eleições europeias, anunciou que iria disputar a liderança do PS a António José Seguro, que marcou eleições primárias para 28 de Setembro. Viria a sair vencedor nestas eleições com 67,88% dos votos contra 31,65% de Seguro, que se demitiu do cargo de secretário-geral do PS nesse mesmo dia, e passou a ser o candidato do partido ao cargo de Primeiro-Ministro nas eleições legislativas de 2015. Na sequência da demissão de Seguro, realizaram-se eleições diretas para o cargo de secretário-geral do PS a 21 e 22 de Novembro, às quais António Costa foi candidato sem oposição, tendo sido eleito com cerca de 22 mil votos (96% do total).
António Costa participou no programa de debate político da SIC NotíciasQuadratura do Círculo, entre 2008 e 2014.

Secretário geral do Partido Socialista

Como Secretário geral do Partido Socialista e candidato a formar governo, António Costa fez um conjunto de promessas a realizar se no futuro estiver no governo. Chegou mesmo a afirmar que "os portugueses não suportam mais promessas que não possam ser cumpridas". E o país numa fase de depressão, não suporta mais a frustração de programas eleitorais depois não cumpridos.

Legislativas 2015 e futuro do Partido Socialista

Na sequência desta tomada de posição do líder do Partido Socialista, e após a derrota nas eleições legislativas para a assembleia da república a 4 de Outubro de 2015, para a coligação Portugal à Frente dos partidos PSD/CDS que liderou Portugal entre 2011 e 2015, mas que não conseguiu uma maioria parlamentar apenas com os seus deputados eleitos, António Costa procura entendimentos com a Coligação Democrática Unitária e com o Bloco de Esquerda .
Várias figuras dentro do Partido Socialista demonstraram o seu descontentamento com uma coligação entre o PS e os partidos à sua esquerda. Uma das figuras que expressou o seu descontentamento, Sérgio Sousa Pinto, apresentou a sua demissão dos órgãos nacionais do partido em protesto. 
Coligação por sua vez procurou chegar a um entendimento com alguns deputados do Partido Socialista para conseguir o apoio parlamentar deste partido.
Em 24 de Novembro de 2015 foi indigitado primeiro-ministro pelo presidente da república.

Funções governamentais exercidas

  • Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo Constitucional de 12 de Março de 2005 a 17 de Maio de 2007
  • Ministro da Justiça do XIV Governo Constitucional de 25 de Outubro de 1999 a 6 de Abril de 2002
  • Ministro dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional de 25 de Novembro de 1997 a 25 de Outubro de 1999
  • Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares do XIII Governo Constitucional de 30 de Outubro de 1995 a 25 de Novembro de 1997

Condecorações

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