quarta-feira, 30 de abril de 2014

Declaração de amor


Mensagem nº 5500. Obrigado, a quantos aqui pararam ...

Para ver ...

























Para ler ...




O engraxador


Books

Só se consegue "fazer alguma coisa séria aqui" se não se tiverem desprezado os "books"... Portanto, se não tiver frequentado "books", vá dar uma volta ... uma volta pela primeira estante que encontre ... E apareça depois, que eu gosto muito de o sentir por cá ... Repare: é só abrir ... Veja como é fácil ... Muito mais fácil do que "isto" ... "Isto" é só para quem já tiver muito treino em abrir e fechar livros ...


750 000 vizualizações?... - Bem-hajam!









Para quem, quase timidamente, anda metido nestas andanças que fazem esquecer o papel, e até mesmo o cheirinho a jornais, tomar conhecimento, aqui ao lado, que, o seu perfil,  já soma quase 
750 000 "vizualizações", vira preocupação ... 

Ainda bem, no entanto, que o total de visitas fica muito aquém desse número ... Caso contrário, duvido que tivesse prosa que "aguentasse" ... De qualquer modo, BEM-HAJAM os/as vizualizadores/as das aparências faladas ... 

"Não duro nem metade da livraria ..."

terça-feira, 29 de abril de 2014

Do lido, o sublinhado (56)-Macau (Wenceslau de Moraes)










A minha casa em Macau (Carta a minha irmã)

Uma complicada instalação, a minha instalação em Macau. Como andei preocupado durante dias e dias, procurando casa, escolhendo mobília, descendo às minuciosidades, às caçarolas da cozinha, aos baldes de condução de água, à minha simples caixa de fósforos para acender o meu candeeiro, não o imaginas tu, aí no teu cantinho de Lisboa.

(...) Compreendes, pois, o penoso trabalho a que me dei ao pôr o pé na China, acompanhado de duas malas com roupa e dum caixote com livros, vendo-me por primeira vez nos complicados apuros de precisar dum abrigo em terra. 

Coragem! mãos à obra!

A primeira preocupação era naturalmente a escolha da casa. Encontrei-a, comum, banal, como todas as casas de aluguer de todos os países; numa rua qualquer, ou antes num beco, com vizinhos à direita e à esquerda, e na frente também; não faltando olhares acessos em bisbilhotice, a entrarem sem cerimónia para dentro das minhas cinco janelas. Por fora é pobremente pintada a ocre amarelo, destacando as gelosias verde-salsa; por dentro uma demão de cal, duma alvura imaculada, cobre uniformemente as paredes dos aposentos, dando-lhes assim uns ares de mesquita árabe, que não deixam de seduzir-me.

Os meus vizinhos fronteiros são chinas, graças a Deus. Sem o mínimo ponto de contacto com o meu modo de ser, interessados dissemelhantemente na vida, pelos usos, pelos hábitos, pela língua, pelos afectos, pelas crendices, pouco os deve preocupar o que faz no seu albergue o vizinho europeu, o fan-quai, o diabo estrangeiro. E para mim - confesso-o aqui entre nós - proporciona-me o ensejo, esta boa gente chinesa, de em horas de fastio distrair-me em devassar-lhe a intima existência; condenável egoísmo o meu, em que me pese dizê-lo ...


























Graffitis de Lisboa











































Notícias de Macau - Actualidade

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“Chefes do Executivo são sempre multimilionários”

 by Ponto Final
1 Pereira Coutinho e Leong Veng ChaiDeputados Pereira Coutinho e Leong Veng Chai são contra atribuição de subsídio de aposentação para ex-governantes.
Sónia Nunes
A Assembleia Legislativa prepara-se para votar na especialidade a proposta do Governo que cria um regime de subsídios para o Chefe do Executivo e titulares dos principais cargos após cessarem funções. Os deputados da lista Nova Esperança, José Pereira Coutinho e Leong Veng Chai, estão contra por entenderem que “não há necessidade” de atribuir reformas aos antigos governantes.
O primeiro argumento é o da despesa pública. “Tratando-se de erário público é preciso ter algum cuidado. Mesmo que seja um avo, é preciso ser justificado”, afirmou Pereira Coutinho, que convocou uma conferência de imprensa para explicar por que os deputados da Nova Esperança estão contra o regime de garantia do Chefe do Executivo e dos titulares dos principais cargos antes e depois de assumirem funções. No caso do Chefe do Executivo, é proposta uma subvenção mensal equivalente a 70 por cento do salário, após o termo do mandato. A pensão deixará de ser atribuída quando o ex-governante passar a exercer actividade privada remunerada.
“Estamos contra. Não há justificação. Atendendo às circunstâncias de Macau, aos factos concretos, todos os Chefes do Executivo são empresários multimilionários, estão bem na vida, gozam do melhor”, entende Pereira Coutinho. “O ex-Chefe do Executivo é um dos mais abastados empresários de Macau e este também é. Não estou a ver que precisem [de uma subvenção]”.
Os dois deputados opõem-se também à atribuição de qualquer compensação para os ex-titulares dos principais públicos, com destaque para os secretários: “Quando assumiram funções sabiam que não tinham direito. Se há esta necessidade, podem fazer este projecto para os próximos secretários e Chefes do Executivo”, contrapõe Pereira Coutinho, que diz que a proposta do Governo tem retroactivos a 2000.
No caso dos secretários e titulares dos principais cargos públicos, a subvenção após cessação de funções implica um cálculo: será equivalente à multiplicação de 14 por cento do salário pelo número de meses de exercício do cargo. São “compensações milionárias”, avalia o deputado, que critica ainda o Governo por não ter apresentado “estudos científicos que permitam chegar à conclusão que os titulares dos principais cargos, nomeadamente os secretários, mereçam a breves meses da cessação das suas funções que se actualize os salários (...) e se institua um regime de aposentação vitalício”.
Já Leong Veng Chai, que votou a favor da proposta na generalidade, explicou que mudou de opinião por ter sido “induzido em erro”. Ao contrário do que diz o Governo, o deputado chegou a conclusão que os ex-secretários que beneficiam já da pensão de aposentação ao abrigo do regime da função pública vão ter direito à nova subvenção.
Ponto Final | Abril 29, 2014 às 11:42 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pu3KH-7S6
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e-mail entre nós que ninguém mais leu ...



   

  












Judeu: - Deus?
Deus: - Sim!
Judeu: - Posso perguntar-lhe uma coisa?
Deus:  -Claro, meu filho!
Judeu: - O que é um milhão de anos para o Senhor?
Deus: - Um segundo.
Judeu: - E mil milhões de euros?
Deus: - Um cêntimo.
Judeu: - Senhor, apenas um pedido: pode dar-me um cêntimo?
Deus: - Meu filho, espera um segundo...

Televisão C MUSIC - Fado com Camané

                                                                                HOJE
     

           à tarde    

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O cidadão Ramalho Eanes


Vai abrir ao trânsito a Travessa do Ferreira, em Lisboa

A rua fica sempre mais animada quando lhe abrem a travessa. Ora vai ser o caso. 


Diz-nos de Goa o Antunes Ferreira que é o vereador desta última. A do Ferreira, conhecem?

Gaiolas sem pássaros ...


Cada maluco com sua mania: trouxe de Macau, na cabina do avião, esta gaiola
sem pássaro e assim a mantenho em homenagem à liberdade.
Cada maluco com sua mania, de facto. A verdade é que uma prisão vazia, sem ser uma ameaça, é um lugar onde pode haver portas e janelas abertas - e até se podem pôr flores que se regam ...

Em Macau, de resto, não sendo bem assim,  as pessoas têm as gaiolas com pássaros,
mas vêem-nas passear todas as manhãs nos jardins da cidade.

Encurta-se o discurso: Macau-cidade é, ela própria, HOJE, a imagem que nos transmite nos seus jardins?...
À distância, parece. O que, no mínimo, é poético. E os portugueses que ainda lá vivem parecem gostar.

Noticias de Macau - Actualidade

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Apoios à prossecução de estudos com 700 milhões

 byPonto Final
A segunda edição do Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Contínuo estende-se até ao final de 2016.1 leong-heng-teng
O Governo de Macau anunciou que vai canalizar 700 milhões de patacas na segunda edição do programa que apoia financeiramente a formação contínua de todos os residentes maiores de 15 anos.
Ao abrigo do novo Programa de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Contínuo, os residentes podem candidatar-se a um subsídio de até seis mil patacas para acções de formação, exames de credenciação, ou cursos de ensino superior.
Lançado em 2011, o programa vai estar em vigor até 31 de Dezembro de 2016, disse a directora dos Serviços de Educação e Juventude, Leong Lai, estimando que possa entrar em funcionamento no verão.
"O valor do programa aumentou de cinco mil para seis mil patacas, as formalidades de candidatura foram simplificadas e os mecanismos de fiscalização aperfeiçoados", disse o porta-voz do Conselho Executivo, Leong Heng Teng, em conferência de imprensa.
Um total de 144.562 residentes, ou 36,1 por cento dos beneficiários elegíveis, utilizou o subsídio disponibilizado entre 2011 e 2013, correspondendo a um gasto de 518,7 milhões de patacas, segundo dados oficiais.
Além dos subsídios para a formação contínua, o Executivo de Macau decidiu voltar a comparticipar os cuidados de saúde. Neste caso, porém, contempla apenas os portadores de Bilhete de Identidade de Residente Permanente (naturais de Macau ou há mais de sete anos no território), através da atribuição de vales de saúde num montante máximo de 600 patacas.
Os vales de saúde deverão representar uma despesa de 376,2 milhões de patacas  para os cofres do Governo.
Segundo Leong Heng Teng, vão começar a ser impressos a partir de 1 de Maio e poderão ser usados até 31 de Agosto de 2015.
O Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde referente ao período de 1 de Maio de 2012 a 31 de Agosto de 2013 beneficiou 484.826 residentes permanentes, tendo sido executado em 83,37 por cento.
No último ano, até 22 de Abril, o programa estava executado em 78,1 por cento, dado que 472.438 residentes permanentes procederam à impressão dos vales.
Ponto Final | Abril 28, 2014 às 10:50 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pu3KH-7RF
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Trabalhadores não-residentes aumentaram 21 por cento

by Ponto Final
A maioria da mão-de-obra oriunda da China trabalha no sector da hotelaria e restauração. São mais de 29 mil pessoas.
O número de trabalhadores não-residentes em Macau ultrapassou no final de Março os 145 mil, o que reflecte um aumento de 27 por cento face ao mesmo mês de 2013 e de 5,7 por cento contra Dezembro de 2013.
No final de Março deste ano estavam registados 92.228 trabalhadores não residentes oriundos da China continental, 19.821 das Filipinas e 12.642 do Vietname. Em termos percentuais, os números de Março de 2014 traduzem aumentos homólogos de, respectivamente, 32,8 por cento, 16,3 por cento e de 19,7 por cento.
Já comparativamente ao mês de Dezembro de 2013, os aumentos correspondem a, respectivamente, 5,9 por cento, 5,16 por cento e 2,77 por cento, indicam os dados do Gabinete de Recursos Humanos.
Dos trabalhadores não-residentes oriundos da China, a maioria estava a trabalhar no sector da hotelaria e restauração (29.080 pessoas) enquanto os oriundos das Filipinas e do Vietname estavam mais concentrados nas actividades de empregados domésticos  – 9.991 e 7.302, respectivamente.
Ponto Final | Abril 28, 2014 às 10:37 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pu3KH-7Rp
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domingo, 27 de abril de 2014

Homenagem a Vasco da Graça Moura


Morreu Graça Moura, morreu quem acreditou. Quem acreditou, para além de muitíssimo mais, na iniciativa que tive a honra de levar por diante e que culminou no livro ENTRE VISTAS NOS ARREDORES DAS MONTANHAS AZUIS, que tentou "dar voz" aos portugueses que vivem e trabalham na distante Austrália.
PAZ À SUA ALMA. Obrigado!




lamento para a língua portuguesanão és mais do que as outras, mas és nossa, 
e crescemos em ti. nem se imagina 
que alguma vez uma outra língua possa 
pôr-te incolor, ou inodora, insossa, 
ser remédio brutal, mera aspirina, 
ou tirar-nos de vez de alguma fossa, 
ou dar-nos vida nova e repentina. 
mas é o teu país que te destroça, 
o teu próprio país quer-te esquecer 
e a sua condição te contamina 
e no seu dia-a-dia te assassina. 
mostras por ti o que lhe vais fazer: 
vai-se por cá mingando e desistindo, 
e desde ti nos deitas a perder 
e fazes com que fuja o teu poder 
enquanto o mundo vai de nós fugindo: 
ruiu a casa que és do nosso ser 
e este anda por isso desavindo 
connosco, no sentir e no entender, 
mas sem que a desavença nos importe 
nós já falamos nem sequer fingindo 
que só ruínas vamos repetindo. 
talvez seja o processo ou o desnorte 
que mostra como é realidade 
a relação da língua com a morte, 
o nó que faz com ela e que entrecorte 
a corrente da vida na cidade. 
mais valia que fossem de outra sorte 
em cada um a força da vontade 
e tão filosofais melancolias 
nessa escusada busca da verdade, 
e que a ti nos prendesse melhor grade. 
bem que ao longo do tempo ensurdecias, 
nublando-se entre nós os teus cristais, 
e entre gentes remotas descobrias 
o que não eram notas tropicais 
mas coisas tuas que não tinhas mais, 
perdidas no enredar das nossas vias 
por desvairados, lúgubres sinais, 
mísera sorte, estranha condição, 
mas cá e lá do que eras tu te esvais, 
por ser combate de armas desiguais. 
matam-te a casa, a escola, a profissão, 
a técnica, a ciência, a propaganda, 
o discurso político, a paixão 
de estranhas novidades, a ciranda 
de violência alvar que não abranda 
entre rádios, jornais, televisão. 
e toda a gente o diz, mesmo essa que anda 
por tal degradação tão mais feliz 
que o repete por luxo e não comanda, 
com o bafo de hienas dos covis, 
mais que uma vela vã nos ventos panda 
cheia do podre cheiro a que tresanda. 
foste memória, música e matriz 
de um áspero combate: apreender 
e dominar o mundo e as mais subtis 
equações em que é igual a xis 
qualquer das dimensões do conhecer, 
dizer de amor e morte, e a quem quis 
e soube utilizar-te, do viver, 
do mais simples viver quotidiano, 
de ilusões e silêncios, desengano, 
sombras e luz, risadas e prazer 
e dor e sofrimento, e de ano a ano, 
passarem aves, ceifas, estações, 
o trabalho, o sossego, o tempo insano 
do sobressalto a vir a todo o pano, 
e bonanças também e tais razões 
que no mundo costumam suceder 
e deslumbram na só variedade 
de seu modo, lugar e qualidade, 
e coisas certas, inexactidões, 
venturas, infortúnios, cativeiros, 
e paisagens e luas e monções, 
e os caminhos da terra a percorrer, 
e arados, atrelagens e veleiros, 
pedacinhos de conchas, verde jade, 
doces luminescências e luzeiros, 
que podias dizer e desdizer 
no teu corpo de tempo e liberdade. 
agora que és refugo e cicatriz 
esperança nenhuma hás-de manter: 
o teu próprio domínio foi proscrito, 
laje de lousa gasta em que algum giz 
se esborratou informe em borrões vis. 
de assim acontecer, ficou-te o mito 
de haver milhões que te uivam triunfantes 
na raiva e na oração, no amor, no grito 
de desespero, mas foi noutro atrito 
que tu partiste até as próprias jantes 
nos estradões da história: estava escrito 
que iam desconjuntar-te os teus falantes 
na terra em que nasceste, eu acredito 
que te fizeram avaria grossa. 
não rodarás nas rotas como dantes, 
quer murmures, escrevas, fales, cantes, 
mas apesar de tudo ainda és nossa, 
e crescemos em ti. nem imaginas 
que alguma vez uma outra língua possa 
pôr-te incolor, ou inodora, insossa, 
ser remédio brutal, vãs aspirinas, 
ou tirar-nos de vez de alguma fossa, 
ou dar-nos vidas novas repentinas. 
enredada em vilezas, ódios, troça, 
no teu próprio país te contaminas 
e é dele essa miséria que te roça. 
mas com o que te resta me iluminas. 

Papa Francisco canoniza João XXIII e João Paulo II

À distância, o documento possível, 
no efémero do suporte, 
próximo da Basílica da Estrela, em Lisboa, 
a dois passos de um banco, 
no recato de um jardim, sem testemunhas, 
para os católicos, A ETERNIDADE

                       




Notícias de Macau - Actualidade

Instituto Cultural lança colecção com traduções de Eça de Queiroz

 by Ponto Final
1 cultura eça“Espelho do Mar” vai dar a ler autores estrangeiros que escreveram sobre Macau.
Duas obras de Eça de Queiroz vão estar reunidas no primeiro volume de uma colecção em chinês, a ser lançada em Agosto, em Macau e na China Continental, disse à agência Lusa o vice-presidente do Instituto Cultural, Yao Jing Ming.
"Estamos na fase de concretização. O lançamento está previsto para Agosto", afirmou Yao Jing Ming, à margem de uma palestra sobre "O Livro e os Direitos de Autor".
A nova colecção, intitulada "Espelho do Mar" – um dos muitos nomes atribuídos a Macau –, resulta de um contrato assinado, este ano, entre o Instituto Cultural de Macau e a chinesa Editora de Literatura do Povo, para a co-edição de autores estrangeiros em Macau e na China Continental.
"A colecção vai integrar escritores que escreveram sobre Macau, incluindo história, crónicas e ficção", disse Yao Jing Ming.
O primeiro volume da colecção contém duas obras do escritor português Eça de Queiroz: "O Mandarim" e o livro de crónicas "Chineses e Japoneses". Eça de Queiroz (1845-1900) é dos autores portugueses mais publicado na China.
O primeiro romance de Eça de Queiroz traduzido em chinês foi "O Crime do Padre Amaro", em 1984, seguindo-se "Os Maias", "A Cidade e as Serras", "O Primo Basílio", "A Relíquia", "A Capital" e "O Mandarim".
Yao Jing Ming explicou que as obras da nova colecção serão publicadas em chinês, em duas versões diferentes para Macau e para o interior da China.
"A Editora de Literatura do Povo é muito conhecida e tem uma rede própria de distribuição. É uma experiência nova para nós (Instituto Cultural) e é uma tentativa de ultrapassar obstáculos na distribuição de livros", sublinhou.
O objectivo, segundo Yao Jing Ming, que também é poeta e tradutor de autores portugueses para língua chinesa, é publicar quatro títulos até Dezembro e dar continuidade ao projecto "Espelho do Mar", no próximo ano.
"Antologia dos Viajantes Portugueses na China", com crónicas de Gaspar da Cruz, João de Barros e Fernão Mendes Pinto, escritas nos séculos XVI e XVII, será outro dos volumes da colecção, adiantou.
Ponto Final | Abril 27, 2014 às 1:49 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pu3KH-7QC

Aeroporto bate recordes de satisfação

 by Ponto Final
O Aeroporto Internacional de Macau atingiu a sua pontuação mais alta no inquérito à satisfação dos passageiros realizado pelo Conselho Internacional de Aeroportos em 2013. Numa escala de zero a cinco, o aeroporto de Macau conseguiu uma pontuação de 4.16, no último trimestre no ano.
A média do ano foi de 4.05 pontos, uma subida de 15 por cento em relação a 2012, indica o Aeroporto Internacional de Macau em comunicado. Entre um total de 228 aeroportos, Macau posicionou-se no 113º lugar – em 2012, estava em 188º, de um total de 198.
A administração identifica diversos factores que contribuíram para o melhoramento da satisfação dos visitantes. Em 2012, o aeroporto iniciou uma série de projectos de melhoramento, só terminados em 2014, entre eles o reposicionamento e alargamento da praça de alimentação, que teve “impactos muito positivos no Aeroporto Internacional de Macau”. As lojas ‘duty free’ no terminal internacional foram também renovadas, passando a incluir novas marcas e produtos.
O aeroporto lançou também novos serviços, como a zona para crianças no terminal internacional, e instalou, em 2013, máquinas de água, “indo ao encontro dos hábitos de alimentação dos passageiros asiáticos”. Foi ainda criado um serviço de limousines que surgiu como “uma possível solução para os transportes insuficientes de e para o aeroporto”. O melhoramento da decoração, a instalação de Internet sem fios gratuita e a limpeza das casas de banho são também apontados como motivo de satisfação.
No futuro, o Aeroporto Internacional de Macau quer concentrar-se em melhorar alguns aspectos do serviço como a “cortesia do pessoal do aeroporto, instalações de restauração e parques de estacionamento”.
Ponto Final | Abril 27, 2014 às 2:02 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pu3KH-7QT
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sábado, 26 de abril de 2014

DOMINGUIZO * - Lar da Terceira Idade

* aldeia situada entre as serras da Gardunha e da Estrela, a  270 quilómetros de Lisboa. Tem cerca de 1200 habitantes, numa área de mais ou menos 5 km2

















A notícia é:

a aldeia, ultrapassadas as dificuldades essenciais à sua existência, tem, desde ontem, um Lar para a Terceira Idade, situado na sua zona "mais concorrida". Ao que se sabe, a respectiva capacidade "habitacional" não está esgotada, mas quase ...

Seja como seja, uma coisa está acima das circunstâncias:

o BEM-ESTAR, a ALEGRIA DE VIVER dos utentes que vá tendo. No fundo,  a ANIMAÇÃO CULTURAL, tão regular quanto possível, do espaço. Só compatível com uma direcção dedicada, mais atenta ao bem-estar dos idosos do que a indesejáveis questões menores, políticas ou de sacristia. Porque as pessoas mais importantes do espaço são, serão sempre, obviamente, os "avozinhos".

Com um abraço para cada um/a e os votos de boa e atenta gestão dos sucessivos corpos directivos da instituição.

Emigração


depois "disto", milhares e milhares de palavras ...


"Aqui e agora", a primeira coisa a fazer é, antecipadamente, pedir desculpa pela ousadia de p´ra aqui trazer mestre Vergilio Ferreira, como quem vai a tribunal justificar-se ... Mas eu preciso de continuar, e continuar sempre, continuar estas conversas de jardim, onde tudo e nada é tema ... Como em Mestre Vergílio Ferreira que, depois de ter tentado acabar com as centenas de dissertações escritas na sua CONTA CORRENTE (cinco volumes), voltou "ao mesmo" com quase outro tanto, intercalado por um PENSAR de quase quatrocentas páginas... Tinha muito para dizer e chamava-se VERGÍLIO FERREIRA, dir-se-á. Professor. MESTRE, sem dúvida. Mas ...




Aqui há uns 40 anos escrevi porque me pareceu oportuno. Hoje fotografo o que então alinhavei e publiquei em À Sombra da Minha Latada. Porquê? Porque a experiência então só imaginada pode estar aí não tarda ... E a NET é boa companheira... Vejamos:










Se conseguir ler, será fácil perceber a ruadojardim7 ...



Não deixe de ler. Verá que a ruadojardim7, apesar de tudo, é acessível    ...De aorcdo com uma       peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem as

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que vcoê

anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.


Sohw de bloa.



Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

O Aníbal





O Aníbal, o tal que foi aluno bem comportado, numa destas noites, já depois da Maria ter ido para a cama fez, uma vez mais, contas à vida.

E depressa concluiu que o dinheiro das reformas não iria chegar para todas as despesas. Já cansado, triste, preocupado, foi para a cama.
Adormeceu e teve pesadelos.

Acontece a todos. Também ao Aníbal.
Coitado do Aníbal.
Sentado na cama aos gritos, disse:
- "Estou teso, estou teso...!"


A Maria acordou, ouviu, sorriu, suspirou e, suavemente, muito devagar, devagarinho, apalpou e disse:
- Até a dormir és mentiroso.


De um e-mail recebido. Obrigado, AF!

CORETO do Jardim ( 9 ) - Rataplan *

















* à memória do maestro Euclides Ribeiro, antigo professor
de Canto Coral na Veiga Beirão, no Largo do Carmo, em Lisboa

VERSOS DO CANTADOR DE SETÚBAL ( 2 )


















II
As Festas a Bocage

Quem era este grande vulto
Para ser tão festejado
Que foi na vida esquecido
E só agora é lembrado?

Qual o forte motivo
Seja ele qual for
Porque dão tanto valor
Ao vulto que não é vivo?
Tão alegre e tão festivo
Dia de grande tumulto!
Vem inocente e adulto
Ver tanta nobreza junta
E admirado pergunta
Quem era este grande vulto.

Este é o senhor da festa
Poeta setubalense
Tudo isto lhe pertence
Mas p'ra ele já não presta
É a memória que lhe resta
Do que foi no seu passado
Muito se tem trabalhado
Tem-se feito vários planos
Foram precisos cem anos
Para ser tão festejado.

Deu honras à sociedade
O seu saber o fez nobre
Se chegasse a velho e pobre
Viveria da caridade!
Morreu na flor da idade
Já cansado e abatido.
Se mais tivesse vivido
Sofreria privações
Seria o que foi Camões
Que foi na vida esquecido.

Se Bocage ainda vivesse
Tudo isto agradeceria
Mas tornado pedra fria
Nada vê, nada agradece.
Com o tempo tudo esquece
Um século já tem passado.
A memória de um finado
Que sempre pobre viveu
Há cem anos que morreu
E agora é lembrado.

Ó Bocage, meu patrício
Se tu quase és meu irmão
Pede à tua comissão
Que me faça um benefício.
Fazendo esse sacrifício
É para ti uma glória.
E eu p'ra te festejar
Talvez não possa chegar
Ao pé da tua memória.

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